Entenda a campanha ‘Direitos Humanos são direitos de todos’

Entenda a campanha ‘Direitos Humanos são direitos de todos’
Quando se fala em direitos humanos, basicamente surgem dois tipos de reação: a de quem acredita que os direitos humanos são essenciais e deveriam existir na prática para todos (visão da qual o Observatório compartilha) e a de quem considera o termo um absurdo, coisa de ativistas que gostam de defender “bandidos”.

Há, ainda, outras interpretações um pouco menos frequentes, como a de que se trata de um órgão público ou uma entidade específica – erro que talvez tenha relação com o fato de existirem órgãos, como secretarias municipais, por exemplo, que têm o termo direitos humanos no nome.

Para ajudar a esclarecer o tema, o Observatório do Terceiro Setor lançou em agosto de 2016 a campanha ‘Direitos humanos são direitos de todos’.

A ideia era divulgar ao longo de alguns meses uma série de conteúdos abordando os principais pontos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, para mostrar que ela é muito mais abrangente do que as pessoas costumam imaginar.

Liberdade, igualdade, segurança pessoal, trabalho em condições justas e educação são apenas exemplos de direitos básicos aos quais todos os seres humanos – sem distinção de raça, sexo, religião ou qualquer outro tipo – deveriam ter acesso.

Até fevereiro de 2017, as imagens da campanha alcançaram 1,8 milhão de pessoas nas redes sociais. Além disso, continuamos falando frequentemente do tema, em matérias para o site, entrevistas nos nossos programas de rádio e TV, e através da nossa colunista Maíra Zapater, doutora em Direitos Humanos pela USP, que sempre escreve textos inéditos para o portal Observatório do Terceiro Setor sobre o tema.

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